
RIO BLUES FESTIVAL TRANSFORMA COPACABANA NO PALCO DO SOM MAIS INTENSO DO PLANETA
- Turismo News

- 22 de out.
- 2 min de leitura
O coração do Rio de Janeiro vai pulsar em ritmo de guitarra, harmonia e emoção. Nos dias 6 e 7 de setembro de 2025, a icônica Praça do Lido, em Copacabana, será tomada pelo Rio Blues Festival, um dos eventos mais aguardados do calendário musical carioca. Das 12h às 22h, o bairro mais famoso do país se tornará a capital do blues, reunindo artistas nacionais e internacionais em dois dias de pura vibração sonora.
Com o mar de fundo, o pôr do sol dourando os amplificadores e uma plateia apaixonada, o festival promete mais que música — oferece uma experiência sensorial única. O som das guitarras ecoará na orla, misturando-se à brisa do Atlântico e ao espírito livre da cidade maravilhosa.
O Rio Blues Festival nasceu para celebrar a força e a história do gênero que inspirou gerações. No palco, nomes consagrados e novas promessas vão reinterpretar clássicos e apresentar composições autorais que reafirmam o poder atemporal do blues. O evento também contará com uma estrutura completa de gastronomia, feira de vinis, artesanato e espaços de convivência, transformando Copacabana em um grande encontro cultural a céu aberto.
📍 SERVIÇO
Evento: Rio Blues Festival
Datas: 6 e 7 de setembro de 2025
Horário: das 12h às 22h
Local: Praça do Lido – Copacabana, Rio de Janeiro
Entrada: Gratuita (sujeita à lotação do espaço)
🎟️ COMO PARTICIPAR
A entrada é livre, e o público é convidado a chegar cedo para garantir um bom lugar. É recomendado o uso de roupas leves, protetor solar e transporte público — o metrô de Copacabana será a melhor opção para evitar o trânsito intenso.
O evento é uma realização independente, com apoio de instituições culturais e empreendedores locais, reforçando o compromisso do Rio com a arte, a diversidade e o turismo sustentável.
Em tempos em que o mundo parece correr apressado, o Rio Blues Festival convida todos a desacelerar e ouvir — não apenas a música, mas o som da alma. Porque no Rio, até o blues tem luz própria.



